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“Ausência de um plano estratégico que nós reclamamos desde o início da pandemia do coronavírus. A gente não sabe o que vai fazer amanhã, no Brasil”, disse, em entrevista ao “Abrindo o Verbo”, da Mirante AM, nessa segunda-feira (22), o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo.

Durante a entrevista, o secretário analisou a situação econômica e sanitária no país, pontuando as dificuldades enfrentadas no Maranhão, que dependem de ações estratégicas e organizadas executadas do Governo Federal.

“O Governo Federal não diz qual é a proposta para restabelecer a saúde”, acrescenta o secretário. Para ele, faltam ações efetivas sobre saúde pública, saúde mental e a saúde dos negócios.

“Quais são as propostas para que as pessoas possam reerguer suas vidas? (…) Estamos a reboque da aprovação do auxílio emergencial para as pessoas, que virá reduzido mais da metade. É muito preocupante”, pontuou Simplício Araújo.

Na entrevista, o secretário comentou, ainda, sobre as medidas restritivas recentes implementadas pelo governador Flávio Dino, no Maranhão e, também, sobre o diálogo mantido com os setores para atualização constante dos protocolos sanitários.

Comentários do Blogger

1 Comentários

  1. O golpe sempre esteve aí.
    Nem durante a campanha Bolsonaro apresentou propostas. Imagina né nen.
    Ah apresentou sim: armar o povo e aumentar os consumidores para os amigos dele vendedores de armas. Lembrei agora.

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