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  • Artigo do governador Flávio Dino
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Desde 2015, quando assumimos o governo, abrimos o maior número de leitos hospitalares da história do Maranhão. Concluindo obras inacabadas e iniciando outras, efetivamos uma rede descentralizada que levou a saúde para mais perto de todos. Hoje, as várias regiões do Estado têm o seu hospital estadual de referência, e vimos agora, na pandemia do coronavírus, a imensa diferença que isso faz. Lamentamos muito as mortes por essa terrível doença que ameaça o Brasil, mas posso afirmar que teríamos ainda mais sofrimento se não fossem os investimentos públicos de bilhões de reais, nesses anos em que governamos.

Além do que já vinha sendo implantado, conquistamos mais êxitos, como o novo Hospital Raimundo Lima e a ampliação do Hospital Genésio Rêgo, bem como leitos acrescidos nos hospitais regionais e macrorregionais. Estamos abrindo novos hospitais em Lago da Pedra, Pedreiras, Santa Luzia do Paruá, Viana e a UPA de Paço do Lumiar, com estrutura moderna, equipada e equipe médica preparada. E muitas outras conquistas virão, com obras que estão sendo executadas com a seriedade que é a nossa marca.

Também instalamos ambulatórios nos municípios de São Luís, Imperatriz, Lago da Pedra, Lago dos Rodrigues, Barreirinhas, Santa Inês, Pinheiro, Chapadinha, Presidente Dutra e Carutapera. Nestas unidades, viabilizamos atendimentos para pacientes que apresentam sintomas leves da Covid-19, ampliando as condições de tratamento precoce da doença. Com a execução desse planejamento estratégico de regionalização das unidades de saúde, garantimos apoio aos municípios em todos os quadrantes do território maranhense. Deste modo, superamos as nossas obrigações legais advindas da Lei nº 8.080/90, que estrutura o Sistema Único de Saúde (SUS) com formato tripartite entre os entes federativos, quais sejam Municípios, Estados e União. O nosso objetivo primordial é prover ao máximo possível a nossa população dos atendimentos necessários, e por isso reforçamos o apoio aos municípios também na oferta da atenção básica. É o exercício do federalismo cooperativo e solidário em sua essência constitucional.

É esta forma federativa virtuosa que se evidencia na relevância do SUS, como sistema público e eficiente, mesmo diante dos inúmeros problemas existentes. Em meio a esta pandemia, comprovamos mais uma vez que é graças ao SUS que milhares de vidas estão sendo salvas todos os dias. Vidas que se perderiam se tivéssemos um sistema exclusivamente privado ou com formatos mirabolantes como os propostos por aqueles que até outro dia demonizavam o SUS.

Seguimos o nosso trabalho sempre lastreados em virtudes republicanas fundamentais. Em primeiro lugar, o respeito à Constituição e às leis, ao qual acrescemos a coragem cívica de não nos curvarmos diante de déspotas que querem atropelar a nossa democracia. Juntos, venceremos o coronavírus e os projetos ditatoriais. Sempre com muita fé em Deus e com o bom senso de quem se guia pelos ditames da Justiça.


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