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Político do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) e Gleisi Hoffman (PT Paraná)

Segundo Gleisi Hoffmann, Flávio Dino pode encabeçar chapa do PT em 2022. Dino pode ser cabeça-de-chapa do PT.

O PT prepara o ato que irá marcar seus 40 anos de fundação em fevereiro preocupado com o desempenho nas eleições municipais, mas disposto a fazer lances em relação a 2022.

Reeleita presidente da sigla, a deputada Gleisi Hoffmann (PR), disse que o partido trabalha com a reedição da candidatura presidencial do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, mas vê o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), como uma alternativa.

Conforme O Globo, no entanto, o convite para Dino sair do PCdoB e voltar ao PT partiu do próprio ex-presidente. “Numa conversa recente, em São Paulo, Lula começou com um ‘volta para casa’, na tentativa de atraí-lo para o PT, o primeiro partido do governador do Maranhão. Não só. Prometeu que faria de tudo para Dino ser o candidato do PT à presidência em 2022. Não convenceu”, informa a coluna de Lauro Jardim, publicada no Globo.

O governador reeleito do Maranhão tem sobressaído por sua movimentação em busca de uma frente ampla contra o autoritarismo e em defesa da democracia. Primeiro, Dino visitou o ex-presidente José Sarney, seu adversário histórico. Em dezembro, encontrou-se com o apresentador de TV Luciano Huck. Na última semana, reuniu-se com Lula e também com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Gleisi pondera que, após o fim dos programas partidários anuais e das inserções, a campanha eleitoral será o principal canal para fazer o debate político, defender Lula e o legado do partido. Os petistas cogitam ceder a cabeça de chapa nas disputas para as prefeituras para o deputado Marcelo Freixo (PSOL) no Rio de Janeiro e para a ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB) em Porto Alegre.

Segundo Gleisi, a deputada Marília Arraes (PE) deve ser candidata a prefeita do Recife, apesar da pressão contrária do diretório municipal. A palavra final será da direção nacional do PT. Em São Paulo, com seis pré-candidatos, o esforço será para buscar um entendimento. “Respeito as prévias, mas não vejo hoje grande diferença política na condução do processo de São Paulo que justificasse esse processo”.

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