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Fesma realizou a ação na localidade com o intuito de incluí-la no planejamento assistencial (Foto: Divulgação)


A Força Estadual de Saúde (Fesma) levou atendimento médico e de enfermagem a indígenas da Aldeia Escalvado, etnia Canelas, localizada na região de Barra do Corda. Na oportunidade, foram ofertados serviços de aferição de pressão arterial e glicemia capilar, suporte para gestantes e crianças, com avaliação do risco para hipertensão, diabetes e síndromes gripais. O trabalho contínuo da Fesma nas aldeias é uma estratégia da gestão estadual para levar assistência aos povos indígenas.

“A ação aconteceu em parceria com o Polo Indígena de Barra do Corda na última semana. Ao todo, fizemos o atendimento de 100 indígenas que passaram primeiro pela triagem da enfermeira do pólo para diagnóstico de sintomas de síndrome gripal, de dores abdominais, cefaleia, febre, náuseas, vômitos, diarreia, dispneia, pressão alta e diabetes descompensada”, explicou a coordenadora da Fesma, Cheila Farias.

No momento, a aldeia se encontra sem o suporte de profissionais de saúde que possam dar auxílio médico com maior constância. Por esse motivo, a Fesma optou por realizar a ação na localidade com o intuito de incluí-la no planejamento assistencial. A Aldeia Escalvado possui uma população de aproximadamente 2.500 indígenas.

Além do suporte médico, a equipe também realizou ações de prevenção ao novo coronavírus (Covid-19). Os indígenas que foram considerados suspeitos de terem contraído a doença foram submetidos a consulta médica pelos profissionais da Fesma, que também entregaram medicações com orientações para uso e manipulação.

A manutenção do suporte médico com a população indígena ficou sob a responsabilidade dos agentes de saúde indígena (AIS) do Polo de Barra do Corda. Quanto aos pacientes suspeitos de contaminação pelo vírus que necessitarem de internação, um fluxo de suporte foi estabelecido, tendo o Hospital Municipal de Fernando Falcão como referência.

Sobre a Fesma

Criada em 2016 pelo governador Flávio Dino, a Fesma tem sido ferramenta indispensável para a oferta de uma saúde pública de qualidade. O programa funciona nos 30 municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Maranhão, e também nas regiões periféricas de Imperatriz e São Luís. 

Em virtude da pandemia, os profissionais da Fesma foram convocados a atuar no enfrentamento da Covid-19. Realizando atividades estratégicas, que contemplaram desde a atuação referente às ações de vigilância em saúde, àquelas relacionadas à testagem e assistência à população, nos seguintes serviços de saúde: Centro de Testagem (CT), Cievs, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e ações nas áreas indígenas e quilombolas.

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