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Por G1 MA

Robert Oliveira Serejo, ex-padrasto e assassino da menina Alanna Ludmilla, morta em novembro de 2017, será julgado na próxima terça-feira (10).

Já se passaram três anos desde que Robert Oliveira estuprou, matou e enterrou Alanna no quintal da casa onde a criança vivia com a mãe e o irmão, no Paço do Lumiar, região metropolitana de São Luís. O assassino foi capturado três dias após ter cometido o crime, ao ser reconhecido enquanto estava em uma van que seguia em direção ao interior do estado.

Robert vai à júri popular pelos crimes de feminicídio, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver.

Relembre o caso

Na manhã do dia 3 de novembro de 2017, Alanna Ludmilla foi encontrada morta por vizinhos em uma cova rasa no quintal da sua casa, em Paço do Lumiar, região metropolitana de São Luís. Ela estava com as mãos amarradas para trás e com um saco plástico na cabeça. Segundo a polícia, a causa da morte foi asfixia após abuso sexual.

Antes do corpo ser achado a menina estava desaparecida. Segundo a polícia, ela sumiu durante o tempo em que estava sozinha em casa e a mãe tinha ido a uma entrevista de emprego. Durante as primeiras investigações, uma mochila que pertencia a menina foi encontrada em um terreno baldio em um bairro vizinho.

O principal suspeito era o ex-padrasto de Alanna, Robert Oliveira Serejo, que chegou a prestar depoimento na delegacia antes do corpo ser achado, mas depois não foi mais localizado. A prisão do suspeito aconteceu três dias após o crime, quando ele foi reconhecido em uma van que seguia em direção ao interior do Maranhão.

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