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Comissão Mista da Medida Provisória (CMMPV) n° 890 de 2019, que institui o Programa Médicos pelo Brasil, no âmbito da atenção primária à saúde no Sistema Único de Saúde, e autoriza o Poder Executivo federal a instituir serviço social autônomo denominado Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde, realiza audiência pública para debater a MP.   Mesa (E/D):  relator da CMMPV 890/2019, senador Confúcio Moura (MDB-RO);  presidente da CMMPV 890/2019, deputado Ruy Carneiro (PSDB-PB);  ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.  Foto: Pedro França/Agência Senado
A comissão que analisa a MP que cria o programa Médicos pelo Brasil (MP 890/2019), em substituição ao Mais Médicos, realizará audiências na terça (3) e quarta-feira (4).

Para terça-feira estão previstas as presenças do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de um representante do Ministério da Saúde e de outro da secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação.

Já para quarta-feira são aguardados representantes da Associação dos Médicos Cubanos, da Associação dos Médicos Formados no Exterior, da Rede de Médicas e Médicos Populares, da Associação Médica Nacional Maíra Fachini e do Ministério da Saúde. Ambas as reuniões são previstas para iniciarem-se a partir das 14h30 e podem contar com comentários e perguntas de internautas no portal e-Cidadania.

O Médicos pelo Brasil tem o objetivo de suprir a demanda de médicos no país, além de formar especialistas em Medicina de Família e Comunidade. Ao todo, serão oferecidas 18 mil vagas, sendo 13 mil em municípios de difícil acesso. 55% das oportunidades serão abertas em municípios do Norte e Nordeste, em áreas mais pobres. O edital com as primeiras vagas deve ser publicado em outubro.

O novo programa vai mudar a forma de seleção dos profissionais. Antes, bastava fazer a inscrição pela internet. Agora o candidato vai ter que fazer uma prova escrita e, quem for aprovado, já vai poder trabalhar. Porém, o candidato selecionado deverá passar por um curso de especialização em Medicina da Família nos primeiros dois anos.


Fonte: Agência Senado

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