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Prefeito de Lago do Junco, Osmar Fonseca, permanece no cargo

segunda-feira, 29 de abril de 2019

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Resultado de imagem para Osmar FonsecaNesta segunda-feira, 29, foi divulgado nos meios de comunicações, que o juiz Marcelo Farias (1ª Vara de Lago da Pedra), condenou o prefeito de Lago do Junco (termo judiciário), Osmar Fonseca dos Santos, pela prática de atos previstos na Lei de Improbidade Administrativa (nº 8.429/92), no julgamento de Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Estadual.

No julgamento, o prefeito foi penalizado com a perda do cargo; suspensão dos direitos políticos por cinco anos; pagamento de multa civil de 100 vezes o valor da sua remuneração e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, por três anos.

Em conversa com o gestor, Osmar Fonseca informou que em virtude do julgamento caber recursos no TJ/MA em São Luís e, no STF em Brasília, ele permanece no cargo até o julgamento final. Ainda segundo o prefeito, seus advogados já ingressaram com recursos no Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão para reformar a decisão do juízo local.

“Dr. Marcelo, um grande juiz de Lago da Pedra, deu o seu parecer, e respeitosamente, vamos recorrer; temos como provar no TJ/MA, com mais propriedade, a nossa inocência. Aviso que permanecemos no cargo de prefeito de Lago do Junco, as instituições e repartições públicas do município continuam funcionando e atendendo aos cidadãos juncoenses normalmente, com competência e sem mudanças. Apesar da decisão, estou tranquilo, tendo plena fé que no final desse processo, vamos comprovar nossa inocência”, disse o prefeito. 

DEFESA - A defesa argumentou que dos 11 procedimentos listados denúncia, dez se referem a “prestações de contas de repasses e convênios de responsabilidade do ex-prefeito municipal Haroldo Leda. Sustentou que os ofícios não teriam sido recebidos pessoalmente pelo prefeito e que não houve omissão, mas simples atrasos na prestação das informações.

No entanto, relata os autos, quando ouvido em audiência, o prefeito confessou que teve ciência dos ofícios ministeriais e que os recebia em papel e pelo e-mail pessoal. Em depoimento, a irmã do acusado - que recebia os ofícios - afirmou na Justiça que depois de receber os documentos comunicava ao prefeito.

O réu juntou aos autos cópias dos extratos do FUNDEB (Fundo Municipal de Saúde e do Fundo de Assistência Social) do exercício de 2016, mas não juntou cópia de petição que comprovaria ter enviado a tempo esses documentos à Promotoria, como disse na audiência.

Mais informações sobre a decisão, no link: 
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5 comentários :

  1. Anônimo disse... :

    Vai chegar quando em Esperantinópolis essas investigações Dr Raimundinho precisa conhecer o peso da lei

  1. Anônimo disse... :

    Lula preso Sérgio Cabral preso e Dr Raimundinho vai ser preso quando

  1. Anônimo disse... :

    Tem político no Maranhão que acha que vai ficar livre pra sempre Cabral e Lula também pensava assim

  1. Anônimo disse... :

    Tá chegando a hora de prestar contas

  1. Anônimo disse... :

    Enquanto isso, o município de Esperantinópolis passa por uma das piores administrações do estado do Maranhão e a PIOR GESTÃO DA HISTÓRIA POLITICO/ADMINISTRATIVA, que se tem conhecimento.
    Estradas intrafegáveis, salários em atrso, pontes caidas, convênios iniciados e paralizados, obras inacabadas e outros desmantelos mais.Até quando isso vai perdurar?

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