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Cinco municípios da Regional de Saúde de Pedreiras e Santa Filomena, regional de Presidente Dutra, recebem nos próximos dias os carros com o serviço de aplicação de inseticida (fumacê) do Programa de Prevenção e Controle de Arboviroses – dengue, chikungunya e zika, da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Além destes, a Regional de Saúde de Barra do Corda terá disponível no mês de março dois veículos para intensificar as ações de combate ao mosquito. 

As atividades tiveram início nesta segunda-feira (25) em Pedreiras e Trizidela, e devem se estender por 15 dias. No dia 7 de março, os veículos iniciam também o trabalho em Igarapé Grande, Esperantinópolis, Lago da Pedra e Santa Filomena. 

“O Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) termina dia 28. Os municípios que já finalizaram e apresentaram alto índice estão recebendo as ações para combater o mosquito adulto. Além disso, estamos mantendo um diálogo com os gestores para que eles intensifiquem o combate ao mosquito na forma larval. Todos precisam, incluindo a população, agir”, salientou Maria das Graças Lírio Leite, superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES. 

Barra do Corda também receberá nesta semana um reforço com dois veículos para o trabalho de nebulização espacial. O município recebeu as ações do Programa no final de janeiro, porém alguns bairros ainda apresentam alto índice de infestação. Em seguida, os carros ficarão à disposição de toda a regional de saúde, formada por seis cidades, durante todo o mês de março. 

A aplicação de inseticida com o fumacê acontece sempre no final da tarde e início da manhã em um ciclo de 15 dias - aplicação por cinco dias, intervalo de cinco e mais cinco de aplicação – para garantir que as larvas virem mosquitos e estes também sejam mortos. Segundo a coordenadora do Programa de Prevenção e Controle de Arboviroses – dengue, chikungunya e zika, Joseneide Matos, contudo, é preciso que todos façam sua parte para evitar que o Aedes coloque os ovos. 

“Se houver mosquito na região e também depósitos de água vulneráveis, a probabilidade é que a infestação continue. A nebulização espacial é uma ferramenta. Mas mesmo assim é preciso fazer o controle larvário pelos agentes de saúde municipais e pela população em suas casas”, destacou.

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