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De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a vítima do feminicídio foi identificada como Maria José da Silva, de 43 anos

(Foto/ Portal O Povo/ Familiares acomnpanharam o trabalho das polícias)
(Foto/ Portal O Povo/ Familiares acomnpanharam o trabalho das polícias)
Já o autor do crime foi identificado como Francisco de Assis Alves Pereira, de 57 anos, que era mais conhecido como “Chiquinho”. Ele foi encontrado enforcado ao lado do corpo da ex-mulher. Um irmão contou que havia recebido uma ligação de “Chiquinho” chamando-o até sua casa, pois havia feito uma besteira.
Foto/ Reprodução WhatsApp/ Casal estava separado e "Mazé" estava morando com uma filha no bairro Morada do Sol
Foto/ Reprodução WhatsApp/ Casal estava separado e “Mazé” estava morando com uma filha no bairro Morada do Sol
“Eu cheguei na casa chamei e não saiu ninguém aí eu entrei e vi que tinha acontecido algo. Aí saí e chamei meu outro irmão que foi lá. Quando ele puxou a cortina do quarto ele estava enforcado e ela em cima da cama”, relatou.
“Mazé” era funcionária do Hospital Dr. Oscar. Ela trabalhava no setor de lavanderia da unidade hospitalar. Colegas de trabalho foram até o local e lamentaram a morte da amiga que se aposentaria em julho do próximo ano.
Um compadre do casal informou que eles estavam separados e “Mazé” foi morar com uma das três filhas no bairro Morada do Sol. Ele disse ainda que a comadre havia retornado de São Paulo há menos de uma semana. Ela havia ido passar férias na casa de outra filha.
Relatos de populares e familiares dão conta ainda que “Chiquinho” teria pedido para a ex-mulher, ir a antiga casa que morava, fazer um chá pois o mesmo estaria doente. Ele teria inclusive ido buscar “Mazé” no local de trabalho. “Aí acontece uma tragédia dessas”, lamentou um familiar.
Agentes e peritos da polícia civil estiveram no local para periciar a cena do crime. A faca usada por “Chuqinho” para tirar a vida de ”Mazé” foi encontrada. Por voltas 16h40min os corpos foram levados para o necrotério do Hospital Regional Justino Luz.
Duas das três filhas do casal acompanham o resgate dos corpos e estavam bastante abaladas com tragédia. Elas lamentaram a forma brutal como a mãe foi assassinada. O pai da vítima de feminicídio também acompanhou o trabalho dos policiais.
Portal O Povo

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