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O livro Sinos de Novembro é do gênero memória-poesia. É um livro cultural, do escritor Raimundo carneiro Corrêa, que registra poesias no período de 1980 a 2015 do romântico autor memorista, pois um povo sem memória é um povo sem história. O livro conta com 136 páginas. Muito bem dividido, o livro está segmentado em três partes, o primeiro, segundo e terceiro livro/capítulos. É importante lembrar que os dois primeiros livros ou capítulos são de poesias e poemas, já o terceiro tem um diferencial é um Sarau de Letras com o Poeta Maranhão sobrinho, um segmento completo em homenagem a este grande escritor e jornalista brasileiro, fundador da Academia Maranhense de Letras. 

Raimundo Carneiro Corrêa é maranhense de Esperantinópolis, Médio Mearim. Educador aposentado, contista, romancista, memorialista, poeta. Escreveu e publicou muitos livros, um deles, ”As vaias da galera”, romance premiado em concurso do Plano Editorial SECMA/SIOGE (1994. Raimundo Carneiro Corrêa, desde a juventude tem se dedicado às causas da educação, da cultura, da democracia. Protagonizou lutas, movimentos, sofreu derrotas, colheu vitórias. É autor dos símbolos Municipais, a Bandeira, o Escudo D’Armas, a letra do Hino, que a esposa Graça Lima musicou.

A Leitura de livros pode ser um exercício valioso para o cérebro, já que quando lemos, o sangue flui para diversas áreas associadas à concentração. Poesia é para ser sentida, degustada como um bom vinho, como os perfumes que nos levam aos céus. Não é preciso ser químico para saber dos elementos que compõem as estruturas do aroma. Basta apreciar. O poema tem essa mesma função: elevar, transportar a outros estágios, causar bem-estar. Todo poema é uma lição de como viver bem. Eles nos alimentam a sensibilidade, aumentam a vontade de cantar, de dançar, de ser feliz como se deve ser. Quem lê poesias vive menos cansado das coisas bruscas da vida.

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