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A empresa contratada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para fornecer os equipamentos do voto impresso cobra uma indenização de ao menos R$ 21,5 milhões da Corte. Ela reivindica o pagamento a título de ressarcimento por prejuízo após a suspensão do contrato.

O contrato com a CIS Eletrônica da Amazônia — que havia vencido em abril o pregão da Justiça Eleitoral e ficou de entregar 30 mil conjuntos de impressão de votos por R$ 57,5 milhões — foi suspenso depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou o voto impresso para as eleições de 2018.

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